segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

De todos os títulos nenhum me traduz, como o meu.

Como se fosse um cofre cheio de ouro, mas sem senha.
Quem poderia dessa riqueza usufruir?
Como se fosse uma mercadoria sem preço, mas com valor.
Quem poderia dessa pechincha beneficiar-se?

O complicado é muito mais atrativo
Uma fogueira para quem sente frio, não basta!
As melodias dissonantes ferem
Um samba de uma nota só, não tem batuque!

De todos os filmes nenhum me satisfaz, como o meu.
De todas as músicas nenhuma me embala, como a minha.
De todas as poesias nenhuma me quebra, como a minha.
De todas as cores pintadas em pedras nenhuma é borrada, como a minha.
Que suplício era esse que eu não carrego mais?
Devia doer, porque desse suplicio eu fiz pó.
Que suplicio era esse que eu não carrego mais?
Que seja, não sobrou... assoprei e se foi!
De toda a ventania sobrou a alma que guardei...
No fundo de mim, do mundo, para você.

Da tempestade a calmaria...
Do suplicio que eu destruí surgiu o presságio orgânico. 

Quem sou eu

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Pessoa que professa ou pratica o extremismo, tem humores aleatórios, e contraditoriamente impetra por paz. Adquire uma imperfeição das condiçoes normais, seja como individuo ou perante a sociedade, sofre da falta ou perda total de equilibrio. Geralmente envolve sarcasmo em suas ações e ou conversas sem aviso prévio. Irresoluta nas decisões ou parte delas. Não se desenvolve envolto a peias ou qualquer circunstancias monopolizadas. Ambigua na maior parte dos setores. Considera como real o abstrato e vice e versa. Suave e aspera, menina e mulher, passaro e gavião. As vezes muda outras inquieta, mas sempre prefere sorrir.